Diferentes tecnologias são cada vez mais utilizadas na prestação de serviço de segurança patrimonial dentre elas estão: análise inteligente de vídeos, portaria virtual, biometria – da palma da mão ao reconhecimento facial e até a identificação pela íris humana.

Várias empresas especializadas do setor de segurança já oferecem soluções de tecnologia aplicada à segurança, muitas vezes de forma personalizada. Conheça melhor algumas das novidades em equipamentos de segurança patrimonial:

Monitoramento e gravação de imagens em nuvem

A nuvem já é utilizada no dia a dia para armazenamento de fotos e documentos. No caso da utilização na área de vigilância, ela permite acessar aquilo que já foi gravado para análises futuras.

É possível criar diferentes níveis de acesso e restringir permissões, por exemplo. Um ponto importante é que as informações estão seguras na nuvem, pois elas estão armazenadas dentro dos servidores das empresas que disponibilizam esse tipo de tecnologia.

Além disso, os dados podem ser acessados por dispositivos eletrônicos, através da internet, e de forma bastante rápida.

Diferença entre câmeras de segurança (tecnologia HD e IP)

Câmera ip ou analógica? Muitos são os casos de empresas optaram pelo uso de tecnologia IP devido à melhor qualidade de imagem, em comparação como as câmeras de segurança analógicas, porém os custos de um projeto IP ainda são bem mais altos.

Mas já está no mercado as câmeras segurança HD (high definition), que visa proporcionar qualidade de imagem IP (isto, é com melhor resolução de imagem), porém com custos mais próximos da solução analógica.

Análise inteligente de vídeo (IVA)

Vídeo content analysis é um software inteligente que, a partir de regras pré-determinadas pelo usuário, emite alertas de emergência e determina ações a serem tomadas em tempo real; assim, o agente de monitoramento de videovigilância pode ter várias câmeras sob sua supervisão, agindo somente sobre aquelas que identificarem movimentos fora do padrão pré-estabelecido. A tecnologia IVA também ajuda analisar imagens gravadas, identificando novas tendências e mudanças de comportamento.

Biometria na segurança privada

moderna segurança eletrônica conta com o controle de acesso biométrico, tecnologia que permite a identificação de pessoas por meio de suas características específicas – impressões digitais dos dedos, rede de vasos sanguíneos das mãos, retina ou íris dos olhos e reconhecimento facial.

Já existe, inclusive, uma nova tecnologia de biometria que permite identificar disfarçadas com perucas e óculos, pois a solução considera fatores como distância entre os olhos e as dimensões ósseas.

Outro exemplo de como o software de reconhecimento de face pode ser eficaz é quando permite, através de um smartphone, “registrar o ponto” de um funcionário à distância, levando em conta as coordenadas de geolocalização e o horário do sistema operacional do aparelho. É o popular selfie funcionando como cartão de ponto.

Sistema de portaria virtual

É um sistema de controle de acesso de pessoas e veículos, operado à distância, via internet, sem funcionários de rotina no local. Os usuários pré-autorizados usam tags, por exemplo, enquanto os usuários eventuais (visitantes e prestadores de serviços) são identificados e têm acesso liberado (ou não) à distância, via uma central de operações, que faz a interface entre solicitante e o morador, usando tecnologia de comunicação on-line e imagens de câmeras em tempo real. É importante dizer que esta solução não atende todas as demandas de controle de acesso, precisando de análise prévia do local por um especialista em segurança patrimonial.

Tecnologias integradas

Associar algumas dessas tecnologias na segurança da sua empresa pode ser uma boa ideia. Entre as muitas combinações, podemos juntar o reconhecimento facial e a vídeo análise. Essa união pode ser usada, por exemplo, em um estádio de futebol, onde câmeras instaladas nas catracas podem comparar as imagens captadas a uma lista de pessoas proibidas de entrar no local, emitindo alerta imediato para as autoridades presentes. Em um hospital, pode liberar a entrada apenas de profissionais autorizados em salas de cirurgia ou de tratamento intensivo.

Outro exemplo é a associação de um nebulizador ou emissor de fumaça a um sistema de alarme. Instalados em um cofre, arquivo ou agência bancária, tal combinação resulta em um aumento da dificuldade de uma pessoa conseguir levar jóias, documentos ou dinheiro, pelo simples fato de não conseguir visualizar adequadamente o ambiente e, ao mesmo tempo, ter que se evadir rapidamente.

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